A Narizinho adora Graviola e contou para o Rabicó tudo sobre essa fruta.
A graviola é uma fruta originária da América Central, pertencente ao gênero Annona, no entanto cultivada no Brasil, onde é muito apreciada, sendo também encontrada na África e Ásia.
Uma gravioleira (angiosperma) possui porte arbóreo atingindo cerca de 4 a 6 metros de altura, adaptando-se principalmente em regiões de clima tropical e subtropical, onde desenvolve frutos com peso variando entre 2 a 6 quilogramas, podendo atingir até 8 kg.
Superficialmente, o fruto é envolvido por um tegumento verde, possuindo pequenas projeções espinescentes. Seu interior apresenta uma polpa (correspondendo a 65% da massa) contendo favos pouco distinguíveis, com sabor agridoce, textura macia e um grande número de sementes. É empregado industrialmente na fabricação de sucos, sorvetes e doces.
Além de ser uma excelente fonte de vitamina C e do complexo B, também possui alto teor de ferro, cálcio, potássio, fósforo e carboidratos.
Estudos recentes revelam o seu alto potencial terapêutico, provocando variados efeitos no organismo: efeito antidiurético, antiinflamatório, anti-reumático, antiespasmódico, anticancerígeno.
Depois da história, o porco foi correndo comer algumas Graviolas
segunda-feira, 1 de março de 2010
Melancia
A Tia Nastácia adora Melancia. A Narizinho contou tudo o que sabia sobre essa fruta.
A melancia é uma fruta rasteira, originária da África. Pertence a mesma família do pepino, da abóbora e do melão.
O fruto é arredondado ou alongado, de polpa vermelha, doce, com alto de teor de água. A casca é verde e lustrosa, com estrias verde-escuro no sentido do comprimento. Além do alto teor de água, a fruta contém açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil. Seu plantio é feito o ano todo nas regiões quentes e de agosto a novembro em regiões onde o clima é mais frio.
Geralmente a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. A polpa pode ser utilizada no preparo de suco e compota.
Quando de boa qualidade, a fruta apresenta casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. Conserva-se bem durante uma semana, em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, conserve-a em geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio.
A melancia é uma fruta rasteira, originária da África. Pertence a mesma família do pepino, da abóbora e do melão.
O fruto é arredondado ou alongado, de polpa vermelha, doce, com alto de teor de água. A casca é verde e lustrosa, com estrias verde-escuro no sentido do comprimento. Além do alto teor de água, a fruta contém açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil. Seu plantio é feito o ano todo nas regiões quentes e de agosto a novembro em regiões onde o clima é mais frio.
Geralmente a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. A polpa pode ser utilizada no preparo de suco e compota.
Quando de boa qualidade, a fruta apresenta casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. Conserva-se bem durante uma semana, em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, conserve-a em geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio.
Cupuaçu
A Dona Benta queria ter cupuaçu em seu pomar e resolveu plantar no pomar. A Narizinho contou tudo o que sabia sobre a fruta.
O cupuaçu, fruto da mesma família do cacau, é originário da Amazônia brasileira, sendo muito popular no Pará e na cidade de Presidente Figueiredo (AM), onde é organizada uma festa que acontece todo mês de abril.
A árvore, conhecida como cupuaçuzeiro, cupuaçueiro ou cupu atinge uma média de 10 a 15 m de altura. As folhas são longas, medindo até 60 cm de comprimento. As flores são grandes, de cor vermelho-escura, com características peculiares: são as maiores do gênero, não crescem grudadas no tronco, mas sim nos galhos.
O fruto possui perfume forte e doce, apresenta forma esférica ou ovóide, mede até 25 cm de comprimento, chega a pesar mais de 1 Kg, tendo casca dura e lisa, de coloração castanho-escura. Das sementes do cupuaçu é feito o cupulate, o chocolate que substituiu o clássico cacau pelo seu primo, o cupuaçu. As sementes têm despertado o interesse dos cientistas e contêm proteínas que enriquecem outros alimentos. A gordura extraída é aplicada na indústria de cosméticos.
As sementes ficam envoltas por uma polpa branca, ácida e aromática, usada para fazer suco, sorvetes, vitaminas, doces, como musse, geléia, compotas, “vinho” (refresco sem álcool) e licores.
Os frutos surgem de janeiro a maio.
O cupuaçu contém vitaminas, minerais e pectina, uma fibra solúvel que ajuda a manter bons níveis de colesterol. As variedades conhecidas agrupam-se de acordo com o formato dos frutos: cupuaçu- redondo (fruto com extremidades arredondadas); cupuaçu- mamorana (fruto com as extremidades alongadas); cupuaçu-mamau (caracteriza-se por não apresentar sementes).
O cupuaçu, fruto da mesma família do cacau, é originário da Amazônia brasileira, sendo muito popular no Pará e na cidade de Presidente Figueiredo (AM), onde é organizada uma festa que acontece todo mês de abril.
A árvore, conhecida como cupuaçuzeiro, cupuaçueiro ou cupu atinge uma média de 10 a 15 m de altura. As folhas são longas, medindo até 60 cm de comprimento. As flores são grandes, de cor vermelho-escura, com características peculiares: são as maiores do gênero, não crescem grudadas no tronco, mas sim nos galhos.
O fruto possui perfume forte e doce, apresenta forma esférica ou ovóide, mede até 25 cm de comprimento, chega a pesar mais de 1 Kg, tendo casca dura e lisa, de coloração castanho-escura. Das sementes do cupuaçu é feito o cupulate, o chocolate que substituiu o clássico cacau pelo seu primo, o cupuaçu. As sementes têm despertado o interesse dos cientistas e contêm proteínas que enriquecem outros alimentos. A gordura extraída é aplicada na indústria de cosméticos.
As sementes ficam envoltas por uma polpa branca, ácida e aromática, usada para fazer suco, sorvetes, vitaminas, doces, como musse, geléia, compotas, “vinho” (refresco sem álcool) e licores.
Os frutos surgem de janeiro a maio.
O cupuaçu contém vitaminas, minerais e pectina, uma fibra solúvel que ajuda a manter bons níveis de colesterol. As variedades conhecidas agrupam-se de acordo com o formato dos frutos: cupuaçu- redondo (fruto com extremidades arredondadas); cupuaçu- mamorana (fruto com as extremidades alongadas); cupuaçu-mamau (caracteriza-se por não apresentar sementes).
Castanha do Pará
A Narizinho contou para Tia Nastácia a história dessa fruta
A Castanha do Pará é a semente da castanheira do Pará, uma árvore da família botânica Lecythidaceae, com tronco de até 4 m de diâmetro e altura de 30-45 metros. O fruto é esférico, de 11 a 14 cm de diâmetro, com peso variando entre 700 grs e 1500 grs.
É uma fruta típica do norte do Brasil e um dos principais produtos de exportação da Amazônia. Possui alto valor protéico e calórico além de ser rica em selênio, substância que reduz o risco de cânceres como o de pulmão e de próstata e combate os radicais livres, agindo contra o envelhecimento, fortalece o sistema imunológico, atua no equilíbrio da tireóide.
Pode ser consumida in natura, torrada, na forma de farinhas, doces e sorvetes. O óleo da castanha é usado na fabricação de produtos de beleza para o cabelo. A castanha tem uma casca fina, marrom e brilhante. A polpa é branca, farinhenta e saborosa
A Castanha do Pará é a semente da castanheira do Pará, uma árvore da família botânica Lecythidaceae, com tronco de até 4 m de diâmetro e altura de 30-45 metros. O fruto é esférico, de 11 a 14 cm de diâmetro, com peso variando entre 700 grs e 1500 grs.
É uma fruta típica do norte do Brasil e um dos principais produtos de exportação da Amazônia. Possui alto valor protéico e calórico além de ser rica em selênio, substância que reduz o risco de cânceres como o de pulmão e de próstata e combate os radicais livres, agindo contra o envelhecimento, fortalece o sistema imunológico, atua no equilíbrio da tireóide.
Pode ser consumida in natura, torrada, na forma de farinhas, doces e sorvetes. O óleo da castanha é usado na fabricação de produtos de beleza para o cabelo. A castanha tem uma casca fina, marrom e brilhante. A polpa é branca, farinhenta e saborosa
Acerola
A acerola é uma fruta nativa da América Central, América do Sul e das ilhas do Caribe, conhecida também como cereja das Antilhas. É muito conhecida por causa do seu grande teor de ácido ascórbico, ou seja, vitamina, com apenas dois frutos as necessidades diárias de vitamina C são sanadas. É importante ressaltar que quanto mais verde a fruta estiver mais vitamina C terá e ainda, dependendo da época da colheita essa pode sofrer alteração na quantidade de vitamina C. Além dessa, a acerola ainda contém vitamina A, B1, B2, B3, cálcio, fósforo e ferro.
A acerola sofre variação em relação a sua cor, ao seu tamanho e ao seu formato, por possuir várias espécies. É extremamente frágil, permanece no pé por apenas dois dias após chegar à maturação. Quanto ao sabor, as acerolas podem ser doces, ácidas e super-ácidas sendo que sua utilização é maior na produção de sucos, o que não a restringe a outras finalidades.
A fruta é bastante utilizada por pessoas com gripe, afecções pulmonares, doenças do fígado, doenças nasais e gengivais. Nasce de uma árvore chamada aceroleira que se desenvolve em regiões de clima tropical e subtropical. Sua proliferação pode ocorrer através do plantio da semente, por técnicas de enxerto e/ou por estaquia. A aceroleira possui porte médio de aproximadamente três metros de altura com características de arbusto. Sob irrigação constante, a árvore produz fruto o ano todo e em terrenos não regados com tanta freqüência, produz fruto até quatro vezes por ano. Nesse caso, a aceroleira floresce e frutifica principalmente no período da primavera e do verão.
A Dona Benta gostou da história e foi levar Acerola para o Pedrinho que estava gripado.
A acerola sofre variação em relação a sua cor, ao seu tamanho e ao seu formato, por possuir várias espécies. É extremamente frágil, permanece no pé por apenas dois dias após chegar à maturação. Quanto ao sabor, as acerolas podem ser doces, ácidas e super-ácidas sendo que sua utilização é maior na produção de sucos, o que não a restringe a outras finalidades.
A fruta é bastante utilizada por pessoas com gripe, afecções pulmonares, doenças do fígado, doenças nasais e gengivais. Nasce de uma árvore chamada aceroleira que se desenvolve em regiões de clima tropical e subtropical. Sua proliferação pode ocorrer através do plantio da semente, por técnicas de enxerto e/ou por estaquia. A aceroleira possui porte médio de aproximadamente três metros de altura com características de arbusto. Sob irrigação constante, a árvore produz fruto o ano todo e em terrenos não regados com tanta freqüência, produz fruto até quatro vezes por ano. Nesse caso, a aceroleira floresce e frutifica principalmente no período da primavera e do verão.
A Dona Benta gostou da história e foi levar Acerola para o Pedrinho que estava gripado.
Abóbora
O Rabicó adora abóbora e a Narizinho resolveu contar a história dessa fruta para o porquinho.
A abóbora é, em termos botânicos, o fruto da aboboreira, uma planta rasteira da família das cucurbitáceas, a mesma da melancia e do pepino. Vulgarmente classificada como hortaliça, a abóbora possui diferentes denominações no Brasil, como moranga, na região Sul, e jerimum, na região Norte e Nordeste. Originária da América, a hortaliça fez parte da alimentação de muitos povos, como os astecas, incas e maias.
Graças à polinização cruzada, existem muitas espécies de abóboras, que podem variar em relação à suas cores, formas e texturas; as principais espécies são: Cucurbita moschata, Cucurbita máxima e Cucurbita pepo. A abóbora pode chegar a pesar 30 kg. Em seu interior, há uma polpa, além de muitas sementes.
A abóbora é rica em vitamina A, importante para o bom funcionamento do organismo, e contém o licopeno, um elemento essencial para a visão. A hortaliça também possui vitaminas do complexo B; sais minerais, como o Cálcio e o Fósforo; além de ser provida de propriedades laxativas e diuréticas.
Por ser muito versátil, a abóbora pode ser consumida de diversas formas, como ingrediente em saladas, pratos quentes, refogados, sopas, pães, bolos, doces, etc. Suas sementes, ricas em ferro, também podem ser torradas e consumidas como aperitivo. Na hora da compra, é aconselhável optar por abóboras sem sinais de ferimentos e que apresentem cascas sem brilho, visto que isso significa que elas já amadureceram.
Na América do Norte, as abóboras são preenchidas por lanternas decorativas para Dia das Bruxas, comemoração típica da cultura anglo-saxônica.
A abóbora é, em termos botânicos, o fruto da aboboreira, uma planta rasteira da família das cucurbitáceas, a mesma da melancia e do pepino. Vulgarmente classificada como hortaliça, a abóbora possui diferentes denominações no Brasil, como moranga, na região Sul, e jerimum, na região Norte e Nordeste. Originária da América, a hortaliça fez parte da alimentação de muitos povos, como os astecas, incas e maias.
Graças à polinização cruzada, existem muitas espécies de abóboras, que podem variar em relação à suas cores, formas e texturas; as principais espécies são: Cucurbita moschata, Cucurbita máxima e Cucurbita pepo. A abóbora pode chegar a pesar 30 kg. Em seu interior, há uma polpa, além de muitas sementes.
A abóbora é rica em vitamina A, importante para o bom funcionamento do organismo, e contém o licopeno, um elemento essencial para a visão. A hortaliça também possui vitaminas do complexo B; sais minerais, como o Cálcio e o Fósforo; além de ser provida de propriedades laxativas e diuréticas.
Por ser muito versátil, a abóbora pode ser consumida de diversas formas, como ingrediente em saladas, pratos quentes, refogados, sopas, pães, bolos, doces, etc. Suas sementes, ricas em ferro, também podem ser torradas e consumidas como aperitivo. Na hora da compra, é aconselhável optar por abóboras sem sinais de ferimentos e que apresentem cascas sem brilho, visto que isso significa que elas já amadureceram.
Na América do Norte, as abóboras são preenchidas por lanternas decorativas para Dia das Bruxas, comemoração típica da cultura anglo-saxônica.
Tomate
A Tia Nastácia adora tomate e a Narizinho resolveu contar a história dessa fruta.
Apesar de ser considerado por muitos um legume, o tomate é uma fruta. Originário das Américas Central e do Sul, hoje o tomate é cultivado e consumido em todos os continentes. Por muito tempo a fruta esteve entre os alimentos de pouco valor nutritivo, mas isso mudou após a divulgação de algumas pesquisas feitas com o alimento que comprovaram os poderes benéficos e fitoterápicos, fazendo com que o tomate subisse na lista de alimentos ricos em propriedades nutricionais e valores funcionais.
O tomate é rico em licopeno, substância antioxidante que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e protege contra alguns tipos de câncer. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, o consumo regular da fruta diminui o risco de câncer de próstata. Além do Licopeno, o tomate contém vitaminas A, B e C, e sais minerais como fósforo, ferro e potássio. Por possuir baixo valor calórico o tomate é indicado em dietas nutricionais. No mercado há vários tipos de tomate: Santa Cruz, Caqui, Cereja, Italiano, Saladete, Débora, etc. Pode ser consumido de várias formas:
• Em saladas;
• Purês;
• Molhos;
• Doces;
• Geléias;
• Sucos, etc.
Ao optar por consumir a fruta crua e com casca é importante lavá-la bem em água corrente e deixar de molho em um litro de água filtrada com uma colher de sopa de água sanitária, por aproximadamente 30 minutos, enxaguando, em seguida, com água filtrada. Essa ação não elimina vestígios de agrotóxicos, mas elimina microorganismos que podem estar na casca.
Apesar de ser considerado por muitos um legume, o tomate é uma fruta. Originário das Américas Central e do Sul, hoje o tomate é cultivado e consumido em todos os continentes. Por muito tempo a fruta esteve entre os alimentos de pouco valor nutritivo, mas isso mudou após a divulgação de algumas pesquisas feitas com o alimento que comprovaram os poderes benéficos e fitoterápicos, fazendo com que o tomate subisse na lista de alimentos ricos em propriedades nutricionais e valores funcionais.
O tomate é rico em licopeno, substância antioxidante que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e protege contra alguns tipos de câncer. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, o consumo regular da fruta diminui o risco de câncer de próstata. Além do Licopeno, o tomate contém vitaminas A, B e C, e sais minerais como fósforo, ferro e potássio. Por possuir baixo valor calórico o tomate é indicado em dietas nutricionais. No mercado há vários tipos de tomate: Santa Cruz, Caqui, Cereja, Italiano, Saladete, Débora, etc. Pode ser consumido de várias formas:
• Em saladas;
• Purês;
• Molhos;
• Doces;
• Geléias;
• Sucos, etc.
Ao optar por consumir a fruta crua e com casca é importante lavá-la bem em água corrente e deixar de molho em um litro de água filtrada com uma colher de sopa de água sanitária, por aproximadamente 30 minutos, enxaguando, em seguida, com água filtrada. Essa ação não elimina vestígios de agrotóxicos, mas elimina microorganismos que podem estar na casca.
Assinar:
Postagens (Atom)